Por que Ágil (quase) não acontece

Vamos conversar um pouco.

Adoções, aderência, aceitação ou seja lá o que for que você chame o processo de começar a viver com a Filosofia Ágil é um processo muito doloroso na maioria das empresas. E quanto maior a empresa (ou maior a mentalidade legada como diria Rodrigo Yoshima) mais arduo é o fardo.

Como sabemos, Ágil está ligado a pessoas e aqui começa a dificuldade. O choque da Filosofia Ágil é muito grande mediante ao modus operandi. Empresas de ISV, Software Houses tem um ambiente quase “hóstil” para se receber uma nova Filosofia, quanto mais uma que na visão gerencial/administratvia aumenta o poder e autonomia do “chão de fábrica” de forma quase revolucionária.

Porém, não só a Gerência tem dificuldades com esta nova cultura. O pessoal que vive no Gemba tem dificuldade no entendimento do Ágil.

Vamos tentar entender o ambiente de desenvolvimento de Software e ver os impactos gerados por cada aspecto, nas dificuldades de ser Ágil!

A Cultura
As pessoas não são preparadas, instigadas, inspiradas para mudanças de culturas, exploração dos seus valores, reconhecimento de erros e da melhoria contínua. Não somos incentivados a retrospectivas, somos reprimidos a nunca poder falhar e devemos de preferência aprender apenas com o erros dos outros. Errar dói. Errar é sinônimo de fracasso.

O Sistema
Nosso sistema educacional não tem os mesmos valores da Filosofia Ágil na sua essência. Nossas faculdades infelizmente não acompanham a evolução do mercado, estando defasadas não só sobre tecnologias mas também sobre as atitudes e competências que um profissional de TI deve ter.
Logo, poucos querem aprender além do aprendizado. Poucos querem saber o “por quê?” além do “como?”. Vários gurus do Agile tem ultimamente repetido uma frase de Deming “Um sistema ruim vence uma pessoa boa” (cuidado com a persepção de ruim e bom).

A paixão
Muitos também não tem paixão pelo que fazem. O “boom” da decada de 90 e 00 na área de TI fez com que o Mercado de vagas estivesse em alta com bons sálarios. Porém não foram atraídos apenas os que já tinham apreço pelo desenvolvimento de software. Vieram aqueles que aproveitaram a onda e estão aí por estar. Aprenderam um paradigma de programação, uma linguagem e um ciclo de vida de software e estão tocando a vida. O amor e a melhoria contínua não existem. A cooperação que se espera de um grupo de pessoas motivados em busca de um objetivo é raro.

A metáfora
A comparação com Engenharia Cívil ou Linha de Montagem criou uma geração de profissionais com um modelo mental que não condiz com a realidade de desenvolvimento de software. Seja nos anos 80, 90 ou 00. Esta metáfora se perpetuou por muito tempo e enraizou-se no Desenvolvimento de Software.

O PMI
O modelo de gerenciamento também foi copiado. Não sou injusto e reconheço todo o valor do PMBOK, porém, entre o PMBOK ter bom conteúdo e um PMP gerenciar de acordo com seu ambiente e buscar o melhor, são outros quinhentos. A metáfora do chão de fábrica se fez presente e logo o modo de gerenciar igual a uma Linha de Montagem foi a resposta as necessidades. Cooperação e pressão raramente coexistem. O trabalhor do conhecimento é diferente.

O CMM
Logo, como garantir que um projeto, grupo de pessoas, uma empresa realmente sabe fazer software? Um modelo de maturidade parece uma flecha no alvo. Mas não é. Óbivo que devemos buscar a melhoria contínua, mas devemos ir de encontro as nossas necessidades e em prol de gerar valor. Um modelo de maturidade baseado no que você DEVE ter e não no que você precisa ter foi absorvido. Quanto uma software house gasta para atingir um nível de maturidade 5? Será que este valor é revertido em lucro pra ela? Será que os projetos e produtos desenvolvidos reverteram valor aos clientes e usuários? O modelo de maturidade garante isto?

O RUP
O mal compreendimento do RUP pelos profissionais e empresas tornou extramemente, na maioria dos casos, travado os processos de desenvolvimento de software. Papéis, aterfatos, processos que para muitos não faziam sentidos, eram gerados ou realizados pelo simples fato de estar no RUP. Poucos questionavam as necessidades reais. Será que não fazemos o mesmo com Ágil? Será que esta mentalidade persiste?

O Mercado
O sistema opera de forma a consolidar-se. Logo, não demorou para CMM ser parte do sistema de compra e venda de Software. Bem como gerentes PMPs, manutenção da mentalidade “chão de fábrica”. Terceirizações, selos de qualidade, contratos, profissionais baratos e assim o mercado perpetuou-se. O famoso mal necessário, que cada vez mais virou mal.

O modelo de transição
Sabiasse que precisava mudar o cenário do Desenvolvimento de Software. O Manifesto Ágil foi o pontapé inicial. Porém neste caso, o “como” dificultou mais do que o “por que”. O Scrum foi alçado como o grande arauto da Agilidade. Porém, uma adoção ao Scrum não é tão simples. Na verdade, é bem doloroso. Mudar papéis e cerimônias juntamente com uma inserção de nova cultura é muito doloroso.

As questões “Onde a Gerência se encaixa na Agilidade”, “Auto-organização” e etc. foram discutidas muitas vezes de modo mais raivoso, do que educativo. Parando para pensar, sabemos que Agile traz um grande benefício quanto pessoas, sentimentos e motivação, mas não foi muito pensado sobre como disseminar isto.

Muitas vezes a Agilidade (com alcunha de Scrum ou vice-versa) foi imposta tanto quanto uma nova PA e suas responsabilidades para um nível de maturidade maior de CMMI em uma empresa. Sabiamos que o remédio era necessário, mas preferiu-se aplicar através de injeção do que em gotinhas.

O Orgulho
Quantas vezes você já ouviu as frases: “Ou você é ágil, ou você não é”, “Ágil não é para todos”, “Sem Ágil, você irá falhar miseravelmente”. Estas frases não distorcem e quebram completamente a Filosofia Ágil? Mas o orgulho de ser Ágil fala mais alto em muitos casos e em muitas pessoas. A perca da humildade não colabora para a disseminação de Ágil. Uma coisa é você ajudar alguém a reconhecer que é preciso melhorar, aprender e estudar, outra coisa é fazer alguém se sentir incompentente, diferente, envergonhado.

A Certificação
O modelo/modo de certificação das maiores representantes do Ágil colabora para um defícit no aprendizado correto do Ágil. As vezes mais parecendo um negócio, as certificações são uma faca de dois gumes. Alimentando mais ainda um mercado famigerado de selos e com baixa compreensão de seu valor, as certificações não dão um conteúdo agredado forte e aumenta o ego dos certificados.

O Projeto
Colocar pessoas, valores, conhecimentos, aprendizado, relacionamentos e metas dentro de um tempo pré determinado. Um projeto é muito mais que um produto esperado e um espaço de tempo. O que é mais importante em um projeto: Difundir o conhecimento? Gerar o ROI? Integrar pessoas? O desafio é enorme e geralmente o tempo é curto e o contrato tem uma multa enorme.

A Quantidade
Com Scrum você gerencia, você pode usar XP e FDD para sua engenharia. Adicione Lean e Kanban. Some UX ao processo. Busque o MVP, com MMF, melhore com Kaizen mas não esqueça do Hansei. Cuide do Gemba, maximize o ROI e o ROE. No fim, uma Lean Startup, com Lean UX também tem muito valor. Medir o Lead Time, o Cicle Time, use User Storys, Story Points, mas o Cumulative Flow pode ser melhor que um Burndown.

Olhe para tudo isto e pense em compilar estes conhecimentos em um livro. Seria este livro do mesmo tamanho do “Engenharia de Software” do Pressman, do mesmo tamanho do “CMMI”?. Faça um site, ele teria o mesmo tamanho do antigo site do RUP?

No fim, sempre dizem para você usar o que realmente você precisa, mas não esqueça do ROI, do PDCA, do Kaizen, do Lean, do MVP e etc. etc. etc. Mas foque no que lhe acrescenta valor, mas não esqueça …

A Consultoria
Pode mesmo uma consultoria gerar a mudança da Filosofia de uma Empresa? Um consultor seria definido como Pig ou Chicken? Aparecer na empresa uma vez por semana é o bastante para plantar uma semente de mudança e ajudar em uma transição menos dolorosa? O modelo de consultoria também não foi copiado das consultorias “CMMI”? Não deveriam mudar para a Filosofia Ágil?

Tudo
O cenário composto pelas citações anteriores definem um ambiente onde é realmente complicado a Filosogia Ágil ser difundida. 10 anos após o Manifesto Ágil, sabemos seus valores, os ganhos e qualidades, mas não sabemos muito bem como fazer acontecer. Arrisco dizer que 80% das empresas que dizem “usar Ágil” não usam. E quando digo Ágil, não falo de Scrum, XP ou qualquer método ou processo. Digo a Filosofia.

É possível ter a arrogância de dizer que mudando um ou dois itens levantados a cima, e garante-se que tudo vai melhorar? Obviamente não podemos descartar todas as melhorias que aconteceram nestes 10 anos para contribuir com a difusão da Cultura Ágil. Mas usando algo da moda, o Pensamento Sistêmico, podemos nós mudar apenas alguns itens e achar que o Ágil vai mesmo se espalhar e gerar bons frutos.

Uma mudança de Cultura é algo muito profundo. Particularmente eu nunca vi uma mudança tão abrupta quanto a Cultura Ágil no Desenvolvimento de Software. Tive experiências em empresas de Autopeças, Manufatura, trabalhei como Eletricista e tanto a área de atuação (Eletricidade Industrial) quanto o ambiente (Empresas) nem de perto, nos últimos 20 anos passaram por algo igual ao que a área de TI passa nos últimos 10 anos.

Se o Ágil mira em Pessoas, a interação entre elas, busca a confiança, transparência e colaboração, não é apenas uma Framework utilizada em um projeto, com uma supervisão de consultoria, com algumas ferramentas que vai mudar um ambiente inteiro, uma empresa inteira. Não é só ficar repetindo exaustivamente os valores do Manifesto que fará as coisas acontecerem. Não é apenas palestrando sobre comos as coisas melhoraram 400% (duvido) na sua Empresa depois do Ágil que vai ajudar na disseminação da Filosofia Ágil.

Eu particularmente me lembro apenas de duas palestras onde eu vi as pessoas compartilhando fracassos e achei elas tão mais produtivas quantos as que abordam as melhorias, que muitas vezes são melhorias superficiais.

Obviamente que não se pode acreditar que ambientes Ágeis não existem problemas e dificuldades, mas no minímo que se espera é que os problemas sejam encarados de forma diferente do convecional, em ambientes verdadeiramente Ágeis. Isto é a prova da Filosofia Ágil disseminada, quando ela muda seu modo de pensar e agir.

Será que o Ágil acontece?

Amizades no trabalho – Um tabu?

Durante minha palestra no TDC 2011 um tema em especial gerou uma boa discussão: É possível ter amigos no trabalho? É possível ser amigo do seu chefe?

A discussão foi muito interessante com várias colocações. Eu particularmente acredito que é possível (e viável) ser amigo de todos que trabalham comigo, inclusive os “chefes”.

Vamos as questões levantadas:

Durante a minha abordagem sobre Liderança Servidora, um dos pontos que levantei foi que um bom líder servidor conhece muito bem seus liderados. Porém fiz um adendo pessoal, a partir de minhas experiências, afirmando que tão bom quanto conhecer, é ser amigo dos seus liderados.

Primeiro gostaria de explicar o que é amizade:

Amizade (do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego) é uma relação afetiva, a princípio, sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo.

Para mais definições, veja a Wikipedia.

Veja bem: Um líder servidor baseia seu trabalho buscando servir e colaborar cada vez melhor com seus liderados. Para tal, nada melhor como conhecê-los. Conhecê-los se da através de um processo de relacionamento diário. Se trabalhamos juntos, devemos ter confiança uns nos outros. E é fato que um bom ambiente se da através de um relacionamento afetivo. Logo, ser amigo é algo natural, é comum:

“Muitas vezes os interesses dos amigos são parecidos e demonstram um senso de cooperação. ” Wikipedia.

A citação acima te lembra algo sobre formação de Times ágeis?

A amizade também tem como comportamente esperado, com base no senso comum, alguns aspectos interessantes:

  • a tendência de desejar o melhor para o outro;
  • simpatia e empatia;
  • honestidade;
  • lealdade;

Veja bem os itens acima. Você por acaso acha produtivo ou saudável desejar mal a alguém do seu Time? Não é a Empatia uns dos pilares do Coaching? Você gostaria de trabalhar com alguém desonesto?

“Faz parte da amizade não exacerbar os defeitos do outro e dividir os bons e maus momentos;”

Olhe a frase acima: Quantas vezes você já desejou que seu chefe/gerente/superior agisse de tal modo com você. Ao invés de criticar, lhe desse “toques” e dividisse com você todas as dificuldades do dia-a-dia.

Muitas pessoas apontam a questão de amizade no trabalho como Utópia. Acreditam que isso não é possível nos dias de hoje. Mas será isso uma crença limitante?

Veja bem: Quando você tem uma ideia mirabolante, o próximo facebook, quem você chama para ajudar-lhe a implementá-la? Você vai em um site de currículos e procura alguém que saiba programar bem ou você chama um amigo? Como nascem as maiorias das start ups?

Entenda que numa ocasião como a citada no parágrafo anterior, as pessoas buscam alguém de confiança para estar ao seu lado. O processo de “aquisição” de confiança com alguém, nada mais é do que o processo de conhecer uma pessoa, através de relacionamento, podendo formar assim uma amizade. A grande dificuldade hoje em dia é entender quem é seu amigo.

Hoje em dia, costuma se dizer que amigo que é amigo, quando você está numa briga, ele não chega para apaziguar, mas sim, já chega na voadora em cima da outra pessoa. Isso é mesmo sinal de amizade?

Vamos supor que neste caso, eu tenha assediado a mulher de alguém, que eu estivesse bêbado e metido a folgado. Seria certo um amigo meu já chegar batendo em outra pessoa sendo que a culpa da briga é minha?

As pessoas tendem a entender amigo como “alguém que lhe dará favorecimentos” e não é bem assim. Um amigo busca o bem do outro, e o simples fato de “favorecer”, “dar aquela ajudinha”, “aquele jeitinho” não configura amizade, e sim coleguimos.

Colegua, “este sim um tipo de pessoa com o qual não há fortes laços de companheirismo, apenas interesses afins” by Wikipedia.

Um amigo não visa ganhos materiais e de curto prazo em cima de outro amigo. E é isto que está sendo deturpado hoje em dia. Um chefe que lhe ajuda, da dicas, oportunidades, tempo, confia e você não corresponde, então ele lhe chama com dor no coração e lhe explica por que você esta sendo demitido, é seu amigo? Eu digo que sim. Pois amizade se configura nisto. Confiança, bem querer, amor. Eu passei por isso, vivi este momento.

Porém, hoje em dia, se tem como “amigo” aquele que dá um jeitinho pra você se safar.

Então, por isso que eu digo: é possível e é ótimo ter amigos no trabalho, porém, cabe as pessoes reverem seus conceitos de amizade.

E você, o que acha disto?

Caipira Ágil – A alegria de se fazer este evento

Neste post quero comentar sobre a alegria de ter realizado junto com outros amigos o Caipira Ágil.

Em menos de um ano conseguimos ter uma ideia, ver o seu valor e então apostar nela.

No Encontro Ágil 2010, Renato Freire, Vitor Hugo, Alan Braz e eu tivemos a ideia de realizar em Campinas um evento do mesmo foco. Um evento que fosse mais dinâmico, participativo e colaborativo. Com o evento, buscaríamos alavancar a comunidade de desenvolvimento de software na RMC (Região Metropolitana de Campinas). Durante o papo com eles no Encontro Ágil, foi dito o nome “Caipira Ágil” e seguiu-se de gargalhadas. Sentimos que o nome tinha poder 😀

Durante um HHA (Happy HourÁgil) em Campinas, conversamos com mais pessoas sobre a ideia e com isto o Renne Rocha e o Alberto Leal se juntaram a nós e ai formou-se o grupo dos organizadores.

Para facilitar a comunicação, montamos um grupo no Google e então começamos a botar a mão na massa.

A tarefa não foi fácil. Alguns já tinham até oganizado alguns tipos de eventos antes, mas nada como o vindouro Caipira Ágil. Nossa primeira atitude foi definir uma visão do que seria e pra que seria o evento. Segue um trecho dessa visão:

Alavancar a comunidade de desenvolvimento de software localizada na RMC, incentivando e estimulando a realização de eventos, Dojos, encontros, grupos de usuários e estudos. A RMC é um pólo industrial muito importante, com grandes empresas e importantes faculdades, mas é muito pobre na realização de eventos.

Com a visão em mente, começamos a corrida. Definições de grades, patrocinadores, horário, data, comida, e etc.. Tenha certeza que esta foi a parte mais simples e mais desgastante. Aprendi muito sobre como li dar com opiniões diferentes, definições em grupos e etc.

Convocamos aqueles que achamos que agregariam ao evento para realizar os Workshops, viabilizamos todo os gastos do evento com os patrocínios sem finalidade alguma de obter lucro com o ele. Com o valor pago pela inscrição, buscamos oferecer uma refeição de qualidade e durante todo o evento (o que sinceramente achei um grande diferencial do Caipira).

Fizemos uma coisa interessante: Quem realizasse inscrição no evento, poderia submeter lighting talks. Um ponto que foi relamente bem legal no evento.

Nossa meta era de ter 150 pessoas inscritas no evento. As inscrições ficaram no ar por cerca de 2 meses e o evento aconteceria logo após a maratona do Agile Brazil e TDC.

Agora compartilho com vocês os números do evento, que nos deixaram muito orgulhosos:

Tivemos 186 inscrições, sendo que 131 foram confirmadas. No dia do evento, tivemos cerca de 130 pessoas, tendo inscrições feitas no dia. Para se ter uma ideia, o Encontro Ágil 2010, em sua terceira edição teve em torno de 200 pessoas.

Tivemos profissionais de aproximadamente 80 empresas diferentes. Sem duvida, uma das nossas metas foi atingida.

Tivemos um ótimo evento. As talks foram muito boas, bem legais e divertidas, com muita improvisação. Workshops fantásticos, um Dojo com mais de 30 pessoas, open spaces interessantes e até sessões de Ignite Presentations.

Quero agradecer de coração todos aqueles que participaram do evento, que ajudaram no evento, que falaram sobre o evento e que pensaram no evento.

Como dissemos ao final do Caipira Ágil: “O Evento terminou, mas não seus objetivos”. Vamos buscar manter ativa esta comunidade, com mais eventos, encontros, conteúdos e tudo o que for possível.

Para ver as fotos do evento, slides de apresentações, videos e tudo mais, acesso o Blog do Caipira Ágil.

Já adiantamos que em breve teremos um evento sobre Startups em Campinas (Estartapi Caipira, sô!). Acompanhe a gente no Blog do Caipira Ágil e fica atento a tudo mais que vem por aí.

[]s.