Liderança Servidora e os desafios da Motivação em Grupo

Vamos por partes:

O que é Liderança?

  • Liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas, transformando-o numa equipe que gera resultados.
  • É a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da organização

Acima você vê algumas definições, mas a etimologia da palavra esta abaixo:

Liderança, do vocábulo inglês leader , guia, chefe. Liderança é o exercício da autoridade num grupo social. Tem base na qualidade, ou qualidades, das quais depende o exercício da autoridade , variando com a natureza do grupo social e as circunstâncias em que se estabeleceu a liderança.

Atualmente, nós temos os seguintes modelos de Liderança nas Empresas:

  1. Liderança Hierárquica: Muitas pessoas são reconhecidas como líderes simplesmente por ocuparem posições privilegiadas dentro das organizações. São protegidas pela hierarquia e se colocam em condição de superioridade, impondo ordens a seguidores, subordinados ou dependentes. É o poder que “vem de cima”.
  2. Liderança autocrática: Na Liderança autocrática o líder é focado apenas nas tarefas. Este tipo de liderança também é chamado de liderança autoritária ou diretiva. O líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados. O líder determina as providências e as técnicas para a execução das tarefas, de modo imprevisível para o grupo. Além da tarefa que cada um deve executar, o líder determina ainda qual o seu companheiro de trabalho. O líder é dominador e pessoal nos elogios e nas críticas ao trabalho de cada membro.
  3. Liderança por medo: Gerir pelo medo desconsidera o trabalhador enquanto pessoa. Não se trata aqui, em hipótese alguma, de humanismo melindroso e paternalista, tampouco de retórica acadêmica.
  4. Liderança democrática: O ato de liderar pelo exercício da Democracia. As ações são tomadas com base no desejo da maioria.
A ação de Liderança só pode ser exercida quando existe um Líder. Mas, o que é “Líder”?
  • Pessoa de maior evidência em um partido político, numa coletividade ou comunidade; comandante; dirigente.
  • Líder é uma pessoa ou um produto que alcançou alguma liderança numa área de atuação (por exemplo na política ) ou num segmento de mercado; chefe , dirigente, representante; aquele que numa competição está a frente de todos os outros participantes.
Mas, temos uma outra definição: O grande guru da administração, Peter Drucker, diz: “A única definição de líder é alguém que possui seguidores. Algumas pessoas são pensadoras. Outras, profetas. Os dois papéis são importantes e muito necessários. Mas, sem seguidores, não podem existir líderes.“
A grande questão é: O que é ser um bom líder?

Cada cenário necessita que seu líder tenha capacidades específicas. Logo, as competências de um Líder muda conforme o seu ambiente. No cenário de desenvolvimento de Software, qual seria o tipo de Liderança ideal? Quais competências um Líder deveria ter?

Um conceito que cresce com vigor, exibindo bons resultados é a Liderança Servidora.

Liderança Servidora nada mais é do que aquela liderança no qual você aprende a servir ao próximo, a satisfazer suas necessidades e não suas vontades, a influenciar as pessoas para um bem comum e principalmente liderar com autoridade não com o poder. – Aquele dentre vós que quiser ser o líder tem que ser, antes, o Servidor. Se quiser liderar, você tem que servir. (Jesus Cristo). Citação do blog Liderança Servidora.

Umas das metáforas utilizadas para exemplificar a Liderança Servidora, é a atuação de um garçom. Um garçom busca servir da melhor maneira possível seus Clientes, proporcionando um bem estar e buscando a satisfação do Cliente.

Neste modelo de Liderança, o Líder tem uma atuação diferenciada dos modelos mais praticados. O Líder Servidor utiliza sua Paixão para motivar e incentivar seus liderados. Ele conquista este direito de exercer a liderança de forma natural, sem a existência disputas.

O líder servidor não se restringe a mensurar apenas resultados físicos ou financeiros. Muito mais valioso é poder disseminar conhecimento e a capacidade de contribuição e colaboração junto a seus liderados.  O Líder Servidor tem ciência que ganhos pessoais e individuais são irrisórios comparados a um ganho em grupo. Ele busca contagiar o grupo com que trabalha.

As competências do Líder Servidor estão pautadas nos fundamentos da autoridade que é conquistada através da coerência das atitudes e práticas das habilidades ao longo de um tempo e reconhecidas por aqueles a sua volta. O Líder Servidor tem sua expressão de realização através de seus liderados. A expressão máxima do trabalho de um líder são os seus liderados.

O Líder Servidor tem conhecimento de que pessoas diferentes, desenvolvem-se de maneiras e tempos diferentes. O Líder Servidor busca conhecer as pessoas e seus dons e ajuda-las a maximizar a utilização de seus dons.

Um Líder Servidor buscar cuidar bem das pessoas que cuidam do negócio. Ele lidera pelo exemplo.

Porém, não podemos confundir a Liderança Servidora, com uma atitude Servil. Um Líder Servidor não está preso a apenas obedecer ordens, seguir estritamente um modelo padrão.

O Líder Servidor tem o caráter como essência.  Ele sabe que os ambientes e as pessoas são dinâmicas, logo ele deve ser um Líder Adaptável para atender as necessidades de cada ambiente e situação. O Líder Servidor deve ser uma pessoal motivadora, que ajuda seus liderados a buscarem motivar-se por prazer e atingir metas.

E é aqui que entra o desafio. Motivação em Grupo:

Para vencer o desafio de Motivar um Grupo, vamos saber primeiro o que é Motivação:

  • Motivação (do Latim movere , mover) designa em psicologia , em etologia e em outras ciências humanas a condição do organismo que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação .
Existem várias Teorias que buscam explicar “Motivação”. As mais conhecidas são as Teorias com base no Hedonismo.
O hedonismo teve grande influência sobre a psicologia que estuda a  Motivação. A maior parte das teorias parte do princípio de que a ação humana é sobretudo motivada pela busca ativa de situações positivas (prazer) e pela evitação de situações negativas (dor).  Obras de Freud são baseadas na Teoria da Pulsão que é baseada na Teoria do Impulso que é baseado no Hedonismo.
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Outra Teoria que também é conhecida em geral, é a Motivação Intrínseca: refere-se à motivação gerada por necessidades e motivos da pessoa.
Abraham Maslow, sugeriu uma classificação das necessidades.
  1. necessidades fisiológicas,
  2. necessidades de segurança íntima (física e psíquica),
  3. necessidades de amor e relacionamentos (participação)
  4. necessidades de estima (autoconfiança)
  5. necessidades de autorrealização
No entanto, B. F. Skinner propôs um modelo da motivação baseado somente no condicionamento, sem recurso ao conceito de pulsão. O sistema de Skinner é empiricamente comprovado e é amplamente utilizado em pedagogia e psicoterapia. Para leigos, pode parecer que ele despreza a parte emocional-cognitiva da mente humana, o que é um erro.
Para saber mais sobre Motivação , link do Wikipedia.
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Sim, Motivação é um assunto extenso e um campo muito grande para estudos. O que um Líder Servidor tem de ter em mente é como ele pode ajudar seus liderados a se motivar. Seja buscar criar neles a faísca para um algo melhor, seja inspira-los a se conhecer melhor (Coach) seja para incentiva-los a melhoria contínua.
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Um Líder Servidor deve buscar conhecer seus liderados e colaborar para que eles também se conheçam. O resultado de uma boa Liderança Servidora não é simplesmente um Produto de sucesso gerado por um Time, mas sim a complementação deste, com um ambiente colaborativo, humano, sustentável e feliz.
Lembre-se, para um pessoa servir bem, ela deve conhecer a quem serve.
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Para saber mais sobre Liderança Servidora, recomendo o Livro “O Monge e o Executivo”. Tenha cuidado para não confundir Liderança Servidora com técnicas de “Conhecer e Motivar Pessoas”. Ser um Líder Servidor está além disto.
Deixo aqui também alguns blogs com ótimos conteúdos sobre o assunto:
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Link
para os slides da minha apresentação no TDC 2011
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P.S: Quero deixar um agradecimento especial a o Mestre Zen Jedi Manoel Pimentel (@manoelp), Luís Fernandes (@luisphfernandes) e Felipe Rodrigues (@felipero) pela ajuda e incentivo.
E deixar um grande agradecimento especial a minha namorada Daniela (@daniiabrucez) que está se formando Psicologa e muito me ajuda.

Agile além da fazenda: os desafios e interesses de uma empresa

Esse foi o tema da minha palestra na trilha de Agile do TDC 2011.

Fazenda é uma metáfora para o ambiente físico de desenvolvimento de software.

No início do ano 2000, nós tínhamos um cenário desfavorável no desenvolvimento de Software. O Chaos Report demonstravam que os índices de sucesso em projetos eram por volta de 20%. Indefinições quanto a processos e ferramentas eram grandes, PMP lotavam as gerencias e o CMMI estava em alta.

Nesse conturbado cenário, um grande grupo de pessoas ligadas a desenvolvimento de software reuniram-se em Utah nos EUA e deram luz ao Manifesto Ágil de desenvolvimento de Software.

Com esse ato, métodos, metodologias, frameworks e práticas ligadas a “cultura ágil” foram impulsionadas. Começamos a por um pouco de ordem na nossa fazenda. Começou-se a mudar a cultura “fabril” na Fazenda. Pessoas começaram a ser valorizadas. Suas opiniões mais ouvidas, seus problemas, mais entendidos e isto foi bom.

Melhoramos mais nossas práticas e ferramentas, e o resultado foi bom. O Chaos Report de 2004 a 2008 mostrou os resultados destes esforços. Índices de sucesso e quase 40%. Porém foi neste período que aqueles tidos como “comprometidos” começaram a perder um pouco o foco.

A empolgação com este novo tratamento digno aos antes esculachados “Comprometidos” fez com que a soberba e orgulho saltassem além de limites seguros.

As responsabilidades aumentaram, e com isso uma turbulência veio. Começou-se uma briga entre aqueles denominados “Comprometidos”. Estas brigas envolviam discussões intermináveis sobre métodos e ferramentas. Discussões sobre certificações, balas de pratas, cases de sucesso,  nome, renome. E nisto, perdeu-se o foco mais ainda das novas dificuldades e desafios que emergiam.

Aí percebeu que tinha alguma coisa errada. A vaca poderia estar indo pro brejo.

Aquilo que fora antes disseminado como cultura, estava agora jogado ao mercado como “produto de caixinha”. Atitudes para melhoria, foi alterada para modelo econômico. E o pessoal da fazenda esqueceu um pouco do seu desafio, da sua paixão. Parou de olhar para aqueles que fazem parte do fluxo de entrega do seu fruto, perdeu um pouco de vista o pessoal da “Feira”, tanto vendedores quanto os compradores.

E o Chaos Report de 2009 foi implacável. Caímos de novo.

A Fazenda estava ficando triste, vazia…

É notável a evolução que o Manifesto Ágil trouxe. Mas o Manifesto em si, não é um fim, e sim um meio para atingir algo maior e melhor.

Aqui começa nossa reflexão: Quais são os desafios e interesses de nossas Empresas?

Uma Empresa tem um objetivo. Satisfazer uma necessidade que tenha valor a um Cliente. Ou então, gerar valor ao Cliente/Mercado, mesmo que este hoje nem saiba que precisa (vide Apple, Nintendo e outras empresas).

Dado que uma Empresa busca satisfazer a necessidade que um Cliente tem, ela também busca uma remuneração por seu esforço. Toda Empresa é feita para obter lucro. Esses em suma são os interesses de uma Empresa. Algumas porém dão mais valor ao Cliente enquanto outras dão mais valor para o Lucro, mas isto é outra história.

Com estes interesses em mente, uma Empresa tem o desafio de tentar gerar o produto de maneira menos custosa, mais rápida e com diferencial. Perceba que até este ponto, não é interesse nem desafio de uma Empresa “fazer Agile” ou “ser Agile”.

Agile é um dos vários meios que uma Empresa utilizará para poder atingir seus interesses. E o desafio da empresa não deve ser de “fazer o melhor Agile possível” pois, você pode afirmar que utilizar “Agile” além dos limites da Fazenda trará benefícios?

É obvio que a mudança da cultura na Fazenda traz benefícios, mais tenha em mente que uma Empresa busca satisfazer um cliente. A Fazenda faz parte de um meio ambiente muito maior. E é aqui que muitos ainda erram. Tentar levar SCRUM para o setor de Vendas da Empresa, pode não ser uma boa ideia. Ao mesmo tempo que quando buscamos trazer todos os envolvidos no projeto de um Produto para uma reunião, pensasse sempre em trazer um Cliente. Mas pare para pensar: O setor de Vendas não está envolvido no Produto? Como um vendedor pode vender um produto cujo ele não conhece e não ve crescer? E geralmente, você tem alguém de Vendas nas suas reuniões do Produto?

E expanda este pensamento. O pessoal do Suporte participa das reuniões? Pessoal de Treinamento ao Cliente? Implantadores?

A nossa visão na Fazenda ainda é uma visão de “Projeto”, enquanto o desafio de uma Empresa é fazer e entregar “Produto” (obviamente com valor maximizado ao Cliente).

Enquanto estivermos focado em fazer o “melhor Agile” será difícil expandirmos nossos horizontes e realmente trazer melhorias sistêmicas para toda a Empresa.

O Pensamento Enxuto (Lean Thinking) vem se apresentando como uma das ferramentas que auxilia muito nessa expansão da visão e geração de comprometimento. Ter uma Visão do Seu Fluxo de Valor e dar visibilidade a este Fluxo são iniciativas simples que podem ser feitas.

Temos muito para melhorar, e isto é bom para quem realmente busca tanto uma Fazenda melhor, quanto um ecossistema inteiro melhor.

Link para os slides da apresentação no TDC 2011.

Gostaria de agradecer a todos que ficaram e participaram da minha Palestra, que na verdade, foi uma continuação do Painel realizado no TDC. Foi realmente muito divertido e gratificante.

Domain Game – Uma dinâmica para todos

Desenvolver um produto requer muita comunicação. Os desafios de se transferir conhecimento são grandes. Bem como o desafio de se ter um bom ambiente onde desenvolvedores, testers e outros papéis técnicos consigam se comunicar com eficácia e eficiência com aqueles que dominam o negócio acerca do produto.

Foi tendo este desafio em mente que criei o “Domain Game”.

O Domain Game é um Agile game que visa auxiliar a ardua tarefa de disseminação de conhecimento, de uma forma simples e divertida.

O Domain Game se baseia no Domain Drive Design onde, através do Domain Model e a Ubiquitous Language podem ser geradas perguntas que são apresentadas ao Time de desenvolvimento. Vamos explicar a dinâmica.

O Product Owner junto do Domain Expert, Analista de Negócios e Clientes geram uma série de perguntas em torno de Domain Model do produto, exemplo:

Digamos que estamos tratando do desenvolvimento de um software de Nota Fiscal Eletrônica, podemos formular algumas questões:

  • O que significa NFe?
  • Para que serve uma Nota Fiscal?
  • O que siginifica DANF?
  • O que siginifica ICMS?
  • O que signifca ISS?
  • Qual a diferença entre tributo, imposto e taxa?
  • É correto afimar que existem mais tributos que impostos?
  • Quando é emitida uma Nota Fiscal Eletrônica?

Uma vez geradas estas perguntas, podemos reunir todos envolvidos possíveis numa sala.

Product Owner, Analistas de Negócio, Domain Expert e Cliente irão fazer o papel do “Caixa”. Tanto o Caixa quanto cada membro do Time começam o jogo com uma quantidade de bombons, semelhante ao “stack” do Poker.

O Caixa irá realizar uma pergunta para um membro do Time por vez. Se o membro do Time acertar a pergunta, ele recebe um bombom do Caixa. Se ele errar a resposta, ele dá um bombom para o caixa.

O jogo pode ficar ainda mais interessante. Caso o Caixa realize uma pergunta a um membro do Time, e este dar uma resposta e outro membro do Time achar que aquela não foi a resposta correta e quiser responder a pergunta do Caixa, ele pode desafiar a resposta do membro anterior. Aí, a quantidade de bombons envolvidas na aposta aumenta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem acertar, leva os bombons envolvidos na disputa. Se ambos errarem o Caixa leva tudo.

O jogo não tem uma busca por vencedor. O ideal é que se estipule um Time Box para se jogar. Ao final do tempo, uma boa dica é juntar os bombons e repartir entre todos, com todo mundo que estiver por perto, pelo caminho e etc.

Ao final do jogo, podemos fazer um Retrospectiva para avaliar como o Domain Model  está absorvido pelo Time. Nesta Retrospectiva podemos verificar tais pontos:

  • Entendimento sobre o Domínio: O Time teve muitas duvidas quanto as perguntas realizadas?
  • Entendimento sobre a lingaguem do Domínio: O Time compreende os jargões e metáforas?
  • Ambiente saudável: O jogo foi jogado de forma descontraída e alegre? Houve pressão?

O Domain Game não tem regras especifícas. Ele tem diretriz. Você pode adaptá-lo para jogar em pares, grupos, usar tabuleiros. Busque apenas criar um bom ambiente e através dele, fortalecer o entendimento do Domínio.

O Domain Game é um jogo integrativo. Visa aproximar o Cliente e especialistas do Negócio ao Time de desenvolvimento, gerando uma interação mais amigável e sustentável.

Eu já utilizei o jogo em Domínio muito complexos e com várias pessoas envolvidas e os resultados foram bons. Geralmente o aplico no início do desenvolvimento do produto ou de um novo módulo, para podermos validar nosso entendimento.

Eu apresentei o Domain Game em uma Talk no Agile Brazil 2011.

Aqui estão os slides da apresentação.

Utilize também e compartilhe os resultados.

Os Desafios do Desenvolvimento de Software

 

Os desafios de se desenvolver softwares vão muito mais além do que problemas de processos e procedimentos. Trabalhar com expectativas, transferir e compartilhar conhecimento, motivação e um bom ambiente são exemplos de aspectos que devem ser considerados muito importantes no desenvolvimento de um software. Cada vez mais fica claro que o foco de pontos a melhorar e a melhoria contínua provem e depende das pessoas comprometidas
com o desenvolvimento do software. Isto nos eleva a um novo patamar na cultura de desenvolvimento de software, onde, tanto quanto a Ciência de Software é considerada uma área Exata, sua aplicabilidade se demonstra cada vez mais uma área Humana.

A evolução de uma prática, processo ou produto somente acontece através da evolução de Pessoas. Esta evolução está cada vez mais presente nas necessidades do desenvolvimento de software atual. Evoluirmos como Pessoa, como um Time unido, através de colaboração, confiança e comprometimento são atitudes que se mostram eficazes e eficientes para vencer os desafios de desenvolver um software. Esta cultura que já nasceu e está sendo disseminada,
uma cultura voltada a Pessoas e a interação entre elas, voltada ao real valor agregado aos clientes, simples e leve vem se fortificando, se adaptando as necessidades e dando novos ares a forma que se desenvolve software.

Você é o Mentor

Olá. Sou Rafael Camargo (@rafajagua).

Sou estudante e praticante de metódos ágeis de desenvolvimento de software. Estudioso também sobre temas como:

  • System Thinking
  • Complex Adaptative System
  • LEAN
  • Empreendedorismo e Startups

A intenção deste blog é compartilhar experiências e hipóteses sobre desenvolvimento de software.

O foco é que não apenas seja divulgado aqui minhas experiências, mas que também, eu capte experiências de outros profissionais e feedbacks de nossas ações.

Também vou abordar sobre temas que amigos de profissão estão comentando.

Assim, não eu Rafael sou um mentor, mas todos nós somos, com a soma de nossas experiências.